Terapeuta ocupacional

Andressa Stark

Desde pequena, Andressa sabia que queria trabalhar com saúde — mas não qualquer profissão. Ela queria uma que envolvesse contato real com pessoas, escuta, vínculo e cuidado. E foi assim que encontrou a Terapia Ocupacional, uma área que, como ela diz, uniu tudo o que ela buscava em um só lugar.

Sua trajetória até aqui foi feita de desafios na medida certa: dúvidas que impulsionaram o aprendizado, experiências que a fizeram crescer e a certeza de que está exatamente onde deveria estar. Hoje, Andressa atua com crianças e adolescentes neurodivergentes, oferecendo intervenções que valorizam cada singularidade, cada etapa do processo.

Seu “xodó” é a Saúde Mental — tema que, segundo ela, está presente em todos os âmbitos da vida. Para Andressa, cuidar da saúde mental é cuidar da base que sustenta todas as outras áreas do desenvolvimento, e por isso ela a considera parte essencial de toda intervenção, inclusive na infância.

Na prática clínica, tem como base a Integração Sensorial segundo Ayres, sempre com um olhar cuidadoso sobre o cotidiano da criança e as experiências que impactam seu engajamento, autonomia e bem-estar.

E se você perguntar o que a emociona no dia a dia, ela vai lembrar daquele momento em que um paciente, diante da possibilidade de trocar de terapeuta, olhou para ela e disse que queria continuar com seus atendimentos. Pequenas falas como essa são grandes confirmações de que o vínculo também é ferramenta terapêutica.

Fora da clínica, Andressa adora sair para comer, visitar feiras e parques, assistir filmes e séries, estar com amigos e família — e também cultiva um gosto especial por escrever, ler e observar o mundo ao redor.

Ah, e um fato curioso? Aos 11 anos, ela ganhou o primeiro lugar em uma olimpíada de geografia — o que talvez explique seu olhar atento, analítico e curioso que carrega até hoje.

Se fosse para se definir em uma frase, ela escolheria a célebre de Saint-Exupéry:
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
E é com esse cuidado, presença e responsabilidade que ela conduz cada encontro com seus pacientes.